Boas práticas

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Uma instituição da área hospitalar assumiu como desafio a prevenção dos riscos psicossociais – stress, esgotamento, pressão emocional, violência e assédio no trabalho, entre outros – em todos os contextos de trabalho da sua organização. Uma avaliação sistemática dos riscos e o esforço concertado de chefias e trabalhadoras/es para encarar os problemas já deram frutos: redução dos níveis de absentismo e de stress, maior satisfação no trabalho e ambiente de trabalho mais positivo.
Uma empresa de produção de turbinas eólicas enfrentava dificuldades para garantir condições de saúde e segurança ao seu pessoal, sobretudo quando este se deslocava para realizar trabalhos de manutenção ou reparação. Vários riscos existiam: trabalho em altura, trabalho com – ou dentro de – equipamentos rotativos e exposição a correntes elétricas, a isto somando-se o facto de ser comum, em casos de avaria, não se saber de antemão todos os perigos que podem surgir no curso da reparação. A necessidade de facer face a estas circunstâncias deu origem a um plano de gestão de segurança e saúde especialmente detalhado e abrangente.
Uma pequena organização de serviços de apoio à família tem um quadro de pessoal exclusivamente feminino que, devido à elevada exigência emocional do trabalho, sofria de um nível significativo de stresse e exaustão. Tornou-se claro que precisavam de encontrar uma maneira de melhorar as condições de trabalho e reduzir a rotatividade das trabalhadoras.
Uma empresa de serviços aeroportuários emprega 500 pessoas, mais de metade trabalhando por turnos. Nos últimos anos, a empresa identificou um problema crescente de baixas por motivo de doença e incapacidade para o trabalho. Iniciaram um programa para melhorar a saúde global das/os trabalhadoras/es e o equilíbrio entre vida profissional e vida pessoal, assumindo uma perspetiva ao longo da vida.
Uma grande empresa multinacional lançou um programa de promoção da saúde com o objetivo de criar locais de trabalho mais saudáveis para todos os grupos etários. Percebeu que as/os trabalhadoras/es se sentiam motivadas/os por diferentes coisas e propuseram-se criar um programa que incluísse algo apelativo para toda a gente.
Uma empresa de cimento emprega mais de 200 pessoas e quase um terço delas tem acima de 50 anos de idade. Uma vez que as/os trabalhadoras/es mais velhas/os têm maior risco de sofrer acidentes de trabalho, a empresa resolveu empenhar-se em tornar o trabalho mais saudável e mais seguro para todos/as.